terça-feira, 11 de maio de 2010

do começo não se sabe: se tem peso ou quanto vale,
se hoje nasce ou vira nunca, ou é uma flor que abre em rugas

do começo, sim, se sabe: como idéia, onde ele cabe
mora dentro e foi embora – no espelho, é a cara do agora

o começo jamais muda – feito o freio faz o lento,
tal qual a água queda em chuva, tal qual o ar se move em vento

se constrói esse lugar de começo e mais começo
onde os pés podem dançar sobre um som que não conheço.
Thiago E.

4 comentários:

  1. Muito obrigado, adriana!

    Thiago E

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  2. tentei, mas nem consegui um comentário decente pra ti, thiago.
    aguardo outros poemas, moço.
    até jájá.
    beijo

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  3. o começo: o primeiro pedaço ou o último, o primeiro e último... vai saber...
    versos certos sobre o incerto!!

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