sexta-feira, 9 de novembro de 2012
AO nos 160 anos de THE
quarta-feira, 13 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
algumas artes no jornal O Dia
poema de Rodrigo Leite
desenho de Demetrios Galvão | 13.5.12
layout da coluna | Thiago E
sexta-feira, 13 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
TOTIPOTENCIA
Hoje eu acordei irradiando luz pelos olhos, poros, unhas e cabelos
A principio me pus em desespero ao pé da cruz em busca do inócuo apelo, mas, que nada! Mas, que onda! Era a eletropoesitividade que invadia o soma e, totipotente, multiplicava-se e impulsionava minhas células a movimentos randômicos tal qual carrinhos de bate-bate num parque de diversão
(...)
...e a poesia se fez carne, gesto, grito, silabas, palavras
E paralavrarapalavra! O poeta
Catador de palavras na cabeça do tempo
Plantador de idéias em cérebros férteis
Catalisador das sinapses neuronais entre cabeças partes da cabeça do mundo
(...)
Vai poesia!
Montada nos meus pensamentos
Romper a barreira dos tempos
Girar e pirar a rosa dos ventos
E no firmamento escrever o teu testamento
E deixar (para aquém e além)
O dizer: Poesia ninguém vai te controlar
14 MARÇO
Todo dia é dia
Toda hora é hora...
...de poesia
A principio me pus em desespero ao pé da cruz em busca do inócuo apelo, mas, que nada! Mas, que onda! Era a eletropoesitividade que invadia o soma e, totipotente, multiplicava-se e impulsionava minhas células a movimentos randômicos tal qual carrinhos de bate-bate num parque de diversão
Kilito Trindade
jahmor_raiz@hotmail.com
segunda-feira, 5 de março de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
adquira a nossa AO-Revista 2
domingo, 12 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Dança dos Robôs
substituo-me a cada grosseria da vida
meus sentimentos também
meu coração não quer dizer mais emoção
porque emoções são plásticas
plásticas que fazemos
criadas e surgem a partir de encontros e desencontros de coisas
falo de coisas, e não de almas
minha emoção
substituo-a a cada lance
emoções e sensações são sensores eletrônicos, não mais pulsações
provocadas pelos sentidos
sentido agora sensores
o sangue não me corre mais nas veias
sentimentos são lembranças de um velho: velho palhaço - ilusões do signo
amor é sentimento de culpa, substituído também
assim como outros cuidados
que agente tem com o corpo
corpo-cabeça
não tenho sabedoria
pra me referir e a coisas que ficaram velhas demais
que venham do alto, ou de qualquer outra direção
como se o alto fosse pra cima e o baixo fosse pra baixo - out again
não sinto vontades
substituo os sensores
vontade também é sentimento de culpa
e sensação é relativo a composição corpórea
e corpo já não tenho mais
estou falando,
tratando dessas coisas ainda
porque me faltam alguns sensores
muitos estão velhos
como estes que estão falhando agora
o que ainda chamo de vida
por estar velho
é talvez pra me tentar convencer
de que existir é viver
e viver seja existir ou bobagem
bobagem cara
bobagem
meus sensores estão velhos
isso não é menos importante pros sentidos
que nos dinossauros
pensamos pras coisas
quem pensa são os dinossauros
i'm chip
sensores eletrônicos
conectados desconectadamente
provocadamente
provocantemente
não tenho mais pernas nem pênis
nem os reconheço mais
minhas gatas também são chips
são lindas - todos lindos
não tenho mais rosto
não tenho mais olhos
nem cera nos ouvidos
porque não ouço mais
não vejo mais
o signo ficou velho demais pra mim
não tenho mais sexo
não tenho mais corpo
não preciso mais de sangue
nem de bombas
sou forte
porque substituo-me a cada surto
a cada curto
a cada circuito
protejo-me do frio e da umidade ainda
meus sensores estão velhos
porque de sede já não morro
já que não morro
mas frio e umidade são sensações também
assim como o sonho
meus sensores estão velhos
meus sensores estão velhos
sensores... no sense... neither nonsense...
Smith












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